Há espaço
Parabéns pela entrevista com o presidente. Sou também admirador do corajoso Mauro Santayana e leitor da revista desde a entrevista com o jornalista Paulo Henrique Amorim (edição nº 10). É bom saber que na imprensa brasileira ainda há espaço para as manifestações que realmente falam a língua do povo e traduzem nossos sentimentos e anseios. Parabéns pelo início do ano 3 e que muitas edições mais possam ser comemoradas.
Wagner Tadeu
wagnertadeu@hotmail.com
Novo sindicalismo
A matéria sobre o movimento sindicalista (“Democracia na linha de montagem”, edição nº 25) me emocionou. Quando então eu tinha 18 anos meu pai (falecido há 17), assistindo ao Jornal Nacional no dia em que o presidente foi preso, disse: “Esse rapaz é um louco, arriscar a pele por pessoas que ele nem conhece”. Comecei a olhar para aquele homem com grande admiração. Sou funcionária pública do Poder Judiciário. Lula, quando deputado, foi algumas vezes ao Fórum de São Bernardo. Cumprimentava apertando a minha mão: “Como vai, minha querida?”, dizia. Eu era vigia, estava sozinha na guarita, e com ele não tinha nenhuma platéia. Cheguei ali à conclusão de que ele era assim mesmo, do povo.
Rosa Maria A. F. Brito, Santo André (SP)
rosa_mf_brito@hotmail.com
Barack Obama
Excelente a matéria “Obama, origem e destino” (edição nº 25). Enfoca sua trajetória analisando o contexto sociocultural do qual ele emergiu. Para além do artigo, me chamou a atenção uma declaração veiculada pela mídia de que uma das razões para Obama não apoiar o Tratado Comercial dos Estados Unidos com a Colômbia seria a complacência do governo colombiano com os assassinatos de sindicalistas. Ainda que tal declaração tenha sido feita no calor da campanha a uma platéia de sindicalistas americanos, aponta pelo menos uma possibilidade de que trabalhadores, seus representantes e entidades sejam tratados de uma forma diferente pela maior economia capitalista do mundo, pelo menos em relação ao legado do republicano Bush.
Cesar Costa de Araujo, Brasília-DF
cesar_cna@hotmail.com
Flávio Aguiar
Gostaria de deixar registrada minha satisfação com as reportagens “Obama, origem e destino” e “1958 - A grande Copa”, ambas de Flávio Aguiar, estão magistrais. Sobre o candidato negro à presidência americana, Flávio informou sinteticamente tudo o que era necessário saber sobre sua trajetória. Sobre a Copa de 1958, resgatou toda a glória do nosso futebol desde então.
Manoel Henrique A. Silva, St. André (SP)
henrique_1955@hotmail.com
Mário Américo
Na revista nº 25, página 43 (“1958 – A Grande Copa”), quem está ao lado do Zagalo é o massagista Mário Américo (foto) e não Paulo Amaral, que era preparador físico. Gostei do teor das reportagens.
Bernardo Colnaghi, São Paulo (SP)
bernardocolnaghi@uol.com.br
Na reportagem “1958 - A Grande Copa”, na página 43, à esquerda de Zagalo está o massagista da seleção Mário Américo (falecido em 1990) e não Paulo Amaral, o preparador físico das copas 58/62 e que faleceu aos 84 anos no dia 1º de maio passado. Espero ter colaborado com esta informação.
Gerson Batista da Silva, Santo André (SP)
gustavo_rbracing@hotmail.com
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