Para guardar
Recebo a revista eventualmente e, quando isso não acontece, leio através do site. A edição de maio (nº 24) eu não recebi e gostaria de ter para guardar. As matérias estão muito interessantes e com certeza é uma edição histórica. PS: a entrevista do Mino Carta (edição nº 23) está fantástica.
Márcia Nagae, Presidente Prudente (SP)
marcianagae@hotmail.com
A serviço dos ricos
Genial o texto de Mauro Santayana falando a respeito do Estado a serviço dos ricos (Ponto de Vista, edição nº 24). Uma aula de história em uma página.
André Lyrio, Rio de Janeiro (RJ)
andre.lyrio@terra.com.br
A melhor
Para mim o nº 23 é uma das melhores edições da RdB. Entre tantos assuntos abordados gostaria de destacar “Por que o governo acerta”, de Mauro Santayana, e a entrevista com o Mino Carta. Só resta agradecer a equipe por mais uma grande edição.
José Joel Freitas da Luz, Alegrete (RS)
dalluz@hotmail.com
Herança do chicote
A afirmação de Mino Carta de que o povo traz no lombo a herança do chicote e da escravidão resume eloqüentemente a história do país. O Brasil nunca discutiu o legado de mais de 300 anos de escravaria e, ainda hoje, quer mostrar ao mundo que seu problema racial sempre esteve resolvido e que não interfere nas condições deprimentes em que vivem mais de 80% da população afro-brasileira. Os donos do poder antes pensavam ser parte da elite européia, hoje acham que fazem parte da elite norte-americana. Fora do país há mais de 18 anos, aprendi muito sobre a história do Brasil, e nas minhas leituras está nítida a noção de que o país ainda mantém uma mentalidade escravocrata.
Edson Cadette, Nova York (NY, EUA)
ecadette@32bjfunds.com
Ex-herói
Mino Carta já foi meu herói. Modelo de jornalista. Por isso anotei uma coisa que ele disse no programa Provocações (TV Cultura), do dia 20 de março de 2003, quanto respondeu a Antonio Abujamra, o que eram os três princípios do jornalismo: a busca da verdade factual; a crítica constante; e a fiscalização ao poder. Não é mais meu herói, hoje ele não faz mais nada disso.
José Eduardo de Oliveira, Patos de Minas (MG)
canama@terra.com.br
Violência alimentar
Estranhei a forma como a questão dos transgênicos foi colocada (Onde está o transgênico, edição nº 23), recheada de desculpas e mentiras, perpetradas pelas grandes produtoras e viabilizadoras da violência alimentar que é a introdução goela a baixo deste sistema de produção de alimentos que coloca em risco a natureza e a saúde humana. A reportagem omite os riscos à saúde que os consumidores estão submetidos, usando o argumento das empresas de que “ainda não existem estudos conclusivos sobre os efeitos dos transgênicos em seres humanos e animais”.
Domingos José D´Amico, Brasília (DF)
damiccibr@yahoo.com.br
São Gonçalo
Gostaria de avisar que houve um equívoco na matéria “Precioso Espaço no Ar”, páginas 16 e17, publicada na edição de abril/2008, que informa que São Gonçalo é um subúrbio do Rio de Janeiro, pois na verdade, São Gonçalo é um município da região metropolitana do estado do RJ. Porém, não é nada que desabone o bom material publicado.
Carlos Alberto Silva, Rio de Janeiro (RJ)
calberto.silva@caixa.gov.br
Abomináveis
Quem tem saudade dos tempos da ditadura só pode ser mal informado, ou mal intencionado, ou nunca viu, sofreu ou teve experiência pessoal de amigos e parentes vítimas de tortura. Devemos abominar ditaduras de todo tipo. Agora, os saudosistas devem saber que é injusto denominar aquela operação suja de Condor, ave cujo vôo alcança grandes altitudes num sentido magnifíco de liberdade, embora seja uma ave de rapina, predadora e comedora de carniça.
Anibal Martins Diniz Jr., São Paulo (SP)
anibal@apcefsp.org.br
Copiar e colar
Não conhecia a Revista e vi que é muito boa. Ia colocar alguns artigos no meu site e vi que há a tradicional objeção a tal procedimento. Por quê? Devia, ao contrário, dizer “Pede-se tirar cópias e divulgar o máximo possível”.
Paulo Timm, Brasília (DF)
paulotimm@hotmail.cor
Nota: a Revista não tem restrições à reprodução de seu conteúdo. Apenas quer saber previamente o que será reproduzido e por quem.
Cumprimentos
Parabéns, RdB! São dois anos de muita informação, com muito profissionalismo e espírito democrático. A Revista atende necessidades de cultura da informação de que o povo brasileiro estava precisando. Esperamos que continue firme nesse propósito e se aperfeiçoe ao longo do tempo para, quem sabe, vir a ser a mais lida revista do Brasil.
Pedro R.C.Leal, S. B. do Campo (SP)
pedrorcleal@hotmail.com
Impostos
Tiradentes reagiria novamente contra os altos impostos. E você? Os tributos no Brasil atingem cerca de 38% sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e o povo, especialmente os contribuintes pessoas físicas, está conformado com a situação. O governo nada faz para mudar o quadro. Em 2007, os políticos ficaram o ano todo discutindo o cargo do ex-presidente do Senado. No primeiro semestre de 2008 estão discutindo cartão corporativo. No segundo semestre param de trabalhar porque ex-prefeitos (agora deputados) vão disputar eleição para prefeito novamente. Quando irão legislar em benefício dos cidadãos?
Roberto de Morais, Belo Horizonte (MG)
robertordemorais@gmail.com
Operação Condor
Li com tristeza duas cartas da edição de abril (“Pró-tortura”), sobre a Operação Condor, que no mínimo merece repúdio da sociedade, aquela que dia a dia luta por um país livre e democrático. Defender a tal “revolução” (golpe) de 64 é no mínimo defender a opressão e o autoritarismo. Tivemos aqui um verdadeiro golpe contra a democracia, um monstruoso ataque a todas as formas de liberdade existentes. Defender o AI-5 só pode vir de pessoas desprovidas de sanidade ou que tinham alguma vantagem na situação. É virar as costas para a verdadeira história do Brasil. Talvez, defender essa atrocidade venha de pessoas para quem nem o holocausto não existiu, foi inventado. Pena de vocês.
Laércio Rodrigues Lopes
laerciolopesabc@ig.com.br
Carta premiada: Conforme anunciamos na edição passada, a carta escolhida para receber um ano de RdB – ou presentear alguém – é a do leitor Laércio Rodrigues Lopes |
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