Edição nº 23, abril de 2008
 
Cartas

 

Falta algo
Olá, pessoal da RdB. Falta neste belo sítio uma coisa muito importante: a presença do leitor internauta. Não encontrei nenhuma forma de comentar as matérias. Acho que vocês esqueceram esse detalhe que não é detalhe. Hoje quem entra num sítio como este quer o quê? Participar. Que tal pensar nisso?
Tania Mendes, Brasília (DF)
mendesta@terra.com.br

Nota: A Revista do Brasil foi criada para funcionar como produto impresso. Estão em andamento estudos para aprimorar a página na internet, com novos recursos de informação e interatividade.

Vida de gado
Até quando vamos constatar que brasileiros continuam a ser empregados como mão-de-obra escrava? Será que o Legislativo e o Judiciário permanecerão de olhos vendados para casos como o que vinha ocorrendo na fazenda do Sr. Gilberto Andrade (que deveria perder as terras), onde um trabalhador foragido apresentava marcas de queimaduras feitas a ferro quente no corpo (Resumo, edição 22)?
Edivelton Tadeu Mendes, São Paulo (SP)
etm_mblm@ig.com.br

Pró-tortura
Na reportagem “No encalço do condor” (edição 22), somente vi ranço, culpa e medo. Graças à Revolução de 64 não caímos na ditadura do comunismo e das esquerdas rancorosas. Tenho saudade desse período, onde enquadraram todos os políticos e os colocaram no lixo.
Luiz B. Mraz, São Paulo (SP)
l.mraz@globo.com

Os militantes de esquerda, treinados nos blocos comunistas, não tinham também suas “Operações Condor”? Como eles se comunicavam com suas células ou “aparelhos” pelo mundo afora para impor suas ações de aliciamento e terror? Não foi essa escalada comunista que as nossas Forças Armadas rechaçaram, felizmente com sucesso?
Odair Fogagnoli, S. B. do Campo (SP)
fogagnol@uol.com.br

Pingos nos is
A se confirmarem as ponderações de Bernardo Kucinski (“O escândalo dos cartões”, março 2008), a Revista do Brasil mostra a que veio, na medida em que, contrariando outros órgãos da imprensa, põe os pingos nos is com relação a revelações supostamente distorcidas na mídia sobre o uso dos cartões corporativos. Há de se esperar que a neo-revista esteja empenhada em que não sejam colocados panos quentes para amenizar a situação, deixando que a CPI investigue a fundo, não importando qual governo está mais ou menos comprometido na malversação do dinheiro público.
Elizio Nilo Caliman, Brasília (DF)
elizio.caliman@yahoo.com.br

Descoberta
Li no blog do Nassif um comentário sobre a revista. Vim até aqui e gostei demais. Será que está nascendo uma revista séria, que possamos ler com tranqüilidade, sabendo que não é de esgoto como as outras? Parabéns. Ganharam uma nova leitora.
Marise, Florianópolis (SC)
marisegn@gmail.com

Erramos
O texto “Sem perder a esportiva” (Resumo, edição 22) errou ao informar que a seleção da França é tricampeã mundial de futebol. Os franceses eliminaram o Brasil três vezes, nas quartas-de-final de 1986 e 2006 e na final de 1998, quando ganharam seu único mundial.
O leitor Theogenes Oliveira, de Brasília, observou: a crônica de José Roberto Torero (edição 22) menciona que em 1988 Ayrton Senna ganhou seu primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1. Na realidade, em 1988 Senna ganhou seu primeiro campeonato de F1. O primeiro GP foi em 21 de abril de 1985, em Estoril, Portugal, com a equipe Toleman.