Edição nº 21, fevereiro de 2008
 
Cartas


João Pessoa
Excelente a reportagem sobre João Pessoa e o reconhecimento do Centro Histórico como patrimônio cultural e pela evidente sensibilidade do repórter João Correia Filho. Os paraibanos e pessoenses, ainda em clima de festa pela conquista do título, estão felizes e cheios de orgulho. Parabéns à revista também pelo destaque dado à cultura.
Eliane de Castro Freire, João Pessoa (PB)
elianedecastro@jpa.neoline.com.br

Coincidentemente conheci a revista hoje (14/1) através do blog do Zé Dirceu. Imediatamente cliquei no nome e deparei com uma excelente revista, com minha terra na capa: quer alegria maior? Belo texto sobre ela e maravilhosos outros assuntos.
Cleo Meira, João Pessoa (PB)
cleomeira2@hotmail.com

Adorei saber e conhecer um pouco de João Pessoa. Parabéns!
Rivanilda Maria Avelino, Guarulhos (SP)
ranyavelino@ig.com.br

Kucinski e o preconceito
Sensacional o artigo de Bernardo Kucinski (“A linguagem do preconceito”, nº 20). Há tempos vimos sucumbindo em silêncio aos textos belicosos da imprensa brasileira, que em sua grande maioria, ou quase em sua totalidade, servem aos interesses das multinacionais e do capital internacional. Isso é mais um clichê? Não, é um fato! Obrigado, Bernardo!
Jean Claude Lima, Curitiba (PR)
jean@w3ol.com.br

Excelente reportagem de Bernardo Kucinski. Em minha opinião, reflete a mágoa da elite jornalística, que se julga “mais inteligente” do que o presidente e não admite ser dirigida por alguém que considera incapaz. Se são tão inteligentes e capazes, por que não estão lá?
Antonio Eduardo Vieira, São Paulo (SP)
aevieira@bol.com.br

Pluralidade
A promissora Revista do Brasil certamente terá seu lugar na prateleira das revistas que engrossam “a resistência a favor da ampliação do acesso à informação” (“Carta ao Leitor”, nº 19) à medida que trilhar o caminho da liberdade de expressão do pensamento, incluindo a crítica construtiva dos leitores, mesmo contrária ao pensamento de seus colaboradores.
Elizio Nilo Caliman, Brasília (DF)
elizio.caliman@yahoo.com.br

Expressões idiomáticas
Trabalho com Educação de Jovens e Adultos. Faço leituras diárias para os alunos, propiciando informação, curiosidades, lazer, humor etc. Meu marido trabalha na Mangels, em São Bernardo do Campo, recebe a Revista do Brasil e sempre me presenteia com essa preciosidade. Aproveito as reportagens para leitura e também para elaborar atividades, como foi o caso da matéria “Você não entende patavina?” (edição nº 20). Parabéns pela revista, ela é de grande ajuda.
Ana Rita Santana Bueno, S. B. do Campo (SP)
ar.santana1965@uol.com.br

¿Por qué non te callas?
Prezados, não entendi nada quando li o comentário sobre a opinião de FHC na página 9, seção “Resumo” (nº 19). Até gosto de alguns bons artigos publicados por vocês. Quando FHC fala que quer brasileiros “melhor educados” ele se refere à formação escolar, melhor educado nas escolas, qualidade nas escolas, formar cidadãos capazes de transformar sua realidade, e não “mais bem-educado”, cujo antônimo é mal-educado. Percebe-se que vocês são pró-Lula, mas acho que o “Por qué non te callas?” vai para vocês, dessa seção “Resumo”.
Helton Ricardo, Brasília (DF)
hrpc13@bol.com.br


Nota da redação: Segundo a Gramática de Base, de Celso Cunha, advérbios comparativos regulares “mais bem” e “mais mal” são usados antes de adjetivos-particípios. Somente na posposição se empregam formas sintéticas (melhor e pior). Portanto, deve-se usar “brasileiros mais bem educados” ou “brasileiros educados melhor”, e não “brasileiros melhor educados”. A questão pode ser conferida ainda na página 150 da Gramática Metódica da Língua Portuguesa, de Napoleão Mendes de Almeida.

País do futebol?
A reportagem sobre o êxodo dos jogadores brasileiros de forma cada vez mais precoce para clubes do exterior, capa da edição de dezembro (Bye-bye, Brasil, nº 19), apenas prova que somos no máximo o maior exportador e revelador de jogadores, mas a desorganização dos clubes e do futebol brasileiro como um todo mostra que estamos longe de ser o “país do futebol”.
Renato Gonçalves da Mota, S. Paulo (SP)
rgmnoir@hotmail.com

Koch, não Loch
A reportagem intitulada “A febre da exclusão”, na edição nº 19, mês de dezembro, menciona doenças negligenciadas no Brasil e afirma-se que a tuberculose é causada pelo Bacilo de Loch. O correto é Bacilo de Koch. Aproveitando a oportunidade, se for provada a inocência do padre Júlio Lancelotti (“Resumo”, da mesma edição), vocês estarão dispostos a “reparar os estragos causados à sua imagem enquanto as acusações garantiam espetáculos”? Um santo e feliz ano novo aos editores e a todos os trabalhadores desta Terra de Santa Cruz “cansados” de tantos impostos.
José Fiore Sene, Taubaté (SP)
fiore_sene@vivax.com.br

Espertos, não?
A respeito do projeto do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que propõe o parcelamento trimestral dos prêmios pagos por loterias administradas pela Caixa Econômica Federal, o ilustre, se é que assim pode ser chamado o senador, alega que se baseou nas loterias dos Estados Unidos, que pagam os prêmios parcelados. Então por que não se basear também no Parlamento inglês com relação ao pagamento de seus salários? Dizer que está pensando na segurança dos ganhadores é mais que uma piada.
Jatiacy Francisco da Silva, Guarulhos (SP)
jatiacy@yahoo.com.br

Mais Ferréz
Venho manifestar minha emoção diante da reportagem “A grife da quebrada” (edição nº 18). Nunca ouvira falar de Ferréz nem da Revista do Brasil. Além de sua leitura fácil, o conteúdo me atingiu diretamente, sem apologias, porém com uma postura para deixar muito bacana sem palavras. A condição financeira muda sua aparência, mas não tira sua origem, somos “negros”, vivemos o negro drama, mas o que fizeram por nós? Somos um público sedento de mídia informativa e menos hegemônica. Cumprimento, emocionada, a todos.
Catherine de C.M. Targino, São Paulo (SP)
catherinetargino@ig.com.br

Publicidade
Soube agora que vocês estão publicando comerciais da Vale do Rio Doce (edição nº 19). Aonde chegamos, companheiros? Dentro de meu sindicato defendi a manutenção da filiação à CUT, porém, com esse gesto, praticamente sendo financiados pela Vale, fica difícil conversar com os trabalhadores que ainda confiam na nossa central. Sei que a tarefa de produzir uma revista custa dinheiro, mas isso que estão fazendo eu acho um absurdo. Logo a Vale? Gostaria de saber os argumentos de vocês para uma atitude tão inusitada.
João José Carajol Delvage, Piracicaba (SP)
jj.delvage@uol.com.br


Nota dos diretores: A Editora Atitude, que publica a Revista do Brasil, é uma empresa criada por um conjunto de entidades e personalidades, das quais a CUT é uma delas. Sua missão é gerar veículos de comunicação impressos e eletrônicos para prestar serviço de comunicação a uma parcela da população brasileira que não tem acesso ou está descontente com outros veículos. A crítica do leitor deve ser colocada em sentido inverso: os anúncios em nada alteram a independência da linha editorial. O compromisso é reverter toda a sua receita financeira para o aumento de páginas, tiragem, distribuição e periodicidade para praticar a informação que transforma.

Votar para cobrar
Estamos no ano eleitoral e até o momento não temos nenhuma resposta do Projeto de Emenda Constitucional referente à reforma política. Somos os responsáveis por outorgar poder aos políticos que estão aí rindo das nossas fraquezas. Por esses motivos, eu nunca deixei de votar, para não manter traidores do povo brasileiro nos mandatos públicos. Faça isso você também, seu voto é uma grande arma para limpar as sujeiras da política do Brasil.
Manoel Limoeiro, Recife (PE)
manoeljs127773773@hotmail.com

Cumprimentos
Parabéns a todos pela belíssima nova edição da Revista do Brasil. Fico muito contente em ver que ela cresceu, amadureceu, e hoje se consolida como informação alternativa e de qualidade para todos os trabalhadores.
Hugo Tomé Aquino, São Paulo (SP)
hugo@spbancarios.com.br

Cumprimento os editores pelo excelente trabalho desenvolvido na Revista do Brasil, pela eficácia e pelo talento na área de comunicação, tornando-a uma publicação cada vez mais respeitada e cada vez mais lida.
Paulo Cândido Ribeiro, primeiro-secretário da Câmara Municipal de São Bento do Sapucaí (SP)

Agradecemos o envio da excelente Revista do Brasil, que com certeza valorizará sobremaneira o acervo da Biblioteca Dr. Ubirajara Lara, integrante do Museu Odontológico Dra. Grace Alvarez. Parabéns pelo conteúdo e pelo valioso trabalho em prol da coletividade paulista e brasileira.
Reinaldo J.F. Salvego, diretor do Museu Odontológico Dra. Grace Alvarez, Piracicaba (SP)