Edição nº 19, dezembro de 2007
 
Cartas


Nosso povo

Gosto como o Ferréz se coloca diante do mundo, sua perspectiva de luta, e das coisas que incidem sobre nosso povo e são como uma guerra civil silenciosa. Irmãos como ele sabem de que lado estão e falam por nós.
Don Perna, Belém (PA)
pernaabe@gmail.com

Tenho especial carinho pela Revista do Brasil. Minha esposa e meus filhos também a lêem do início ao fim. Discutimos seu conteúdo e o saboreamos até a chegada da próxima. Mas a capa da última edição nos deixou chocados. A entrevista com Ferréz poderia sair lá dentro, sem tanta ênfase. Ele discrimina todos os outros do planeta que não estão no Capão Redondo. Para uma coisa a matéria foi ótima: ensinar a meus filhos o que não dizer. Continuem a fazer deste um canal de informação de qualidade.
Ocimar Bernardi, S. B. do Campo (SP)
ocimar.bernardi@otis.com

É inaceitável que alguém que se diz escritor e fala como se soubesse muito da vida ache normal um indivíduo roubar outro. Não me admira, haja vista se tratar de um petista que não vê o atual governo com nojo e decepção. O que esse rapaz deve ensinar às crianças da periferia? Que um presidente omisso que dá esmolas em vez de trabalho é bom? Que o rico é ruim e se deve roubá-lo mesmo? A revista deve ser mais criteriosa na escolha dos entrevistados. No resto, está de parabéns.
Guacira Damiani Rosezweig
guacira.helena@uol.com.br

Até hoje eu não conhecia a revista. Cheguei ao site por acaso, quando pesquisava sobre o escritor Ferréz. Fiquei a tarde toda lendo outras reportagens e edições anteriores. Achei uma forma diferente de enxergar o Brasil. É muito bom conhecer algo novo.
Mariana Machado Bonora, Bauru (SP)
marianabonora@yahoo.com.br

Sem surpresas
O filho de um amigo é diabético e não havia histórico familiar. Tenho filhos pequenos, pesquisei o assunto e achei a matéria “Diabetes, evite surpresas” (nº 18) muito explicativa.
Marcello Silva, Campinas (SP)
marcello_silva02@hotmail.com

Ponto de vista
O artigo de Mauro Santayana “O Senado e a República” (nº 17) é um modelo de sofisma ao se posicionar contra o voto aberto de senadores e deputados, que exercem poder delegado pelo povo e devem prestar contas.
Geraldo Machado de Oliveira, Vila Velha (ES)
gemoliveira@hotmail.com

Santayana (“O que o Império teme”, nº 18) faz brilhante análise do desequilíbrio dos Estados Unidos e da posição do Brasil na política internacional.
Thiago José Torreão Chacon, Brasília (DF)
thiago.chacon@caixa.gov.br

Democracia
Prezada Débora Lemos (mensagem “Cadê a Democracia?”, nº 18), sou leitor da revista e a considero tão democrática que publicou sua carta. Este projeto nasceu para se contrapor à falta de democracia.
Paulo Cavalcanti, São Paulo (SP)
oluapcavalcanti@yahoo.com.br

De mão em mão
Acompanho a revista desde o início. No nº 17, a equipe se superou. Meu exemplar é lido por meus irmãos e vizinhos. Ainda há muitas pessoas que gostam de bom jornalismo.
Isa Maria Pavarini, Matão (SP)
isapavarini@uol.com.br

Correções
Diferentemente do que informou a seção “Resumo”, na edição anterior, a senadora Patrícia Saboya é do PDT-CE, e não do PSB. E CGTB é Central Geral dos Trabalhadores, e não “confederação”