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Edição nº 18

Brasil

Capitalismo antropofágico
Em vez de apostar no crescimento e abrir novos espaços, bancos se devoram e ocupam o espaço alheio. Concentração no sistema financeiro é perigosa para a sociedade e para o país. Por Roberto Rockmann

Wilson Dias/ABR
A redescoberta dos quilombos
Mal o país começou a reconhecer as terras dos quilombolas, com um século de atraso, e a sociedade escravista já começou a chiar. Por Spency Pimentel



entrevista
O recado da perifa
A literatura de Ferréz é respeitada na quebrada, mas vende mais na Fnac do que no Capão Redondo. Para ele, uma biblioteca pode mudar a vida de um sem-rolex, mas o “outro lado” ainda não entende isso. Por Tom Cardoso e Xandra Stefanel
Mundo
O que o Império teme
Nos EUA, lucros de empresas crescem 800% mais que renda do trabalho em seis anos. Impérios desabam quando a desigualdade avança. Por Mauro Santayana

Cidadania
Um lugar para viver
O que buscam no Brasil milhares de refugiados da fome, da guerra, de perseguição étnica ou política. Por Maurício Thuswohl e Xandra Stefanel

Mauricio Morais
SAÚDE

Você pode ter e nem saber
Não é caro nem difícil prevenir o diabetes tipo 2, mas esse distúrbio surpreende cada vez mais gente, de crianças a idosos. Pedro (foto) reaprendeu a se alimentar. Por Cida de Oliveira

CiÊncia
Novos conceitos para a vida
Se a criança é filha da avó, a mãe é irmã? Quando os avanços da medicina e a filosofia são um dilema, chamem a bioética. Por Bernardo Kucinski

culturaDivulgação

Os sotaques da arte
Cândido Portinari pintou, Luiz Gonzaga musicou, Guimarães Rosa soletrou e Glauber Rocha filmou. Mil maneiras de traduzir o sertão. Na foto, Matheus Nachtergaele como João Grilo, no filme O Auto da Compadecida. Por Flávio Aguiar



Encontros musicais

Sabe o que Barão Vermelho, Paralamas e Titãs têm em comum? 25 anos de rodagem pelas estradas do rock nacional. Por Guilherme Bryan



Pasquale
Se o uso é "Ninguém me ama", a norma é "Ninguém me ama", e não "Ninguém ama-me". O pronome é colocado onde soa melhor, naturalmente

Curta essa dica
Aziz Ab’Saber. Di Cavalcanti. Contos de Fadas de Angela Carter. Árido filme. Zeca Baleiro. Quer mais? Clique aqui. Por Xandra Stefanel

José Manuel VIAGEM
Entre Lisboa e Sintra
Por trás da imponência das fortalezas está o ouro do Brasil (na foto, o Palácio Nacional). Mas de onde vêm os tristes fados e as delícias misteriosas de Portugal. Por Paulo Salvador
CrÔnica
José Roberto Torero
Muitos movimentos políticos associados à opressão nasceram ao se apropriar da razão e ridicularizar opositores. E filmes assim sabemos como terminam
RETRATO
Até a última lasca
Já que árvore também morre, seu Roque Pereira ensina que o certo, em vez de derrubar as vivas, é fazer móveis dos troncos falecidos. Por Alceu Castilho